• Vamos falar de AGRESSIVIDADE!!

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    Salve, salve minha gente… Queria falar dessa vez de ações agressivas. Essas ações têm como objetivo chamar a atenção a todo custo, também pode ser feito de forma cômica.

    Nos 2 exemplos que trago abaixo cito uma campanha de cada.

    1º No lançamento da primeira filial de Vitoria-ES da Burger King,  não poderia deixar de trazer uma rivalidade que roda o mundo inteiro: McDonalds contra Burger King, as duas maiores redes de lojas de fast food do mundo.

    Mas a publicidade obteve resultado. A fila para comprar algum produto da franquia alimentícia estava rodando “o quarteirão” da praça de alimentação do Shopping Vitória. Alguns tiveram que esperar 40 minutos até serem atendidos.

    2º  De uma forma cômica o Hospital das panelas coloca em sua porta um banner que sem duvida alguma deu o que falar fazendo uma promoção onde destacou algumas palavras para criar uma interpretação ambígua.

    O fato é que qualquer forma agressiva de publicidade precisa ser muito bem estudada. Afinal estamos falando de campanhas que feitas de má forma pode gerar desde inimizades a até processos judiciais.

    Fica a dica! Abraço!

  • Compras coletivas… mais uma forma de economizar usando a Internet

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    Salve salve… Assim como no post sobre sites de leilão (não viu? clique aqui) temos uma nova febre que são os sites de compras coletivas, no programa “Mais Você” do dia 20/12/2010 foi lançada uma matéria muito interessante sobre isso, vamos dar uma olhadinha no vídeo.

    A notícia também veio acompanhada de um texto com dicas que conferimos abaixo.

    Para evitar confusão e corre-corre na hora de fazer compras, cada vez mais consumidores preferem comprar à distância, via internet. A rede, agora, vive a febre dos grupos de compras coletivas, que trazem ofertas tentadoras. Ana Maria Braga recebeu nesta segunda, 20, Victor Haikal, especialista em direito digital e direito do consumidor. “Esses sites têm o que o consumidor quer: preço. Mas têm obrigação de vender com qualidade”, ressaltou o advogado.

    O consumidor deve se precaver, buscando o maior número de informações possíveis antes de realizar a compra. É preciso estar atento pra não cair em furada. Nosso repórter Fabrício Battaglini mostrou que já teve gente que ficou insatisfeita com esse tipo de serviço, como a designer de internet Zélia Torrezan.

    A designer não teve boas experiências com anúncios de clínicas de estética e restaurantes. “Tem que ter o cuidado de ir ao lugar conhecer o serviço oferecido. Tenho que saber o que estou comprando”, disse. Antes de fechar negócio, o cliente deve procurar nas lojas virtuais a validade do cupom de compra, se informar das condições do produto ou serviço, além das políticas de privacidade da empresa.

    Quem usa esse serviço tem que ficar atento também à página de pagamento da oferta, checando se opera em ambiente de navegação segura e se possui certificados digitais de segurança. O advogado garantiu que o consumidor tem o total direito de ressarcimento. “Se anunciam mais do que podem vender, isso abre margem à indenização, porque estão fazendo uma oferta impossível”.

    A primeira coisa que o cliente deve fazer é entrar em contato com o site que vendeu o produto para solicitar o valor empregado na compra de volta. Caso o site se recuse a devolver o investimento, o cliente pode procurar o Procon – para tentar fazer um acordo – e, em casos mais graves, um juizado especial, para ingressar com uma ação judicial contra a empresa.

    Nos casos em que o produto chegar danificado às mãos do consumidor, o cliente tem os mesmos direitos que teria caso tivesse efetuado a compra em um estabelecimento, presencialmente, e deve entrar em contato com o site de compra. O consumidor pode exigir reparo do produto ou até mesmo um produto novo.

    6 Dicas para não cair em roubada na hora da compra coletiva:

    1- Busque indicações de outras pessoas que conheçam o site.
    2 – Leia atentamente os termos do regulamento antes de aceitá-los e completar o cadastro
    3- Cheque se a página de pagamento tem um símbolo de segurança que normalmente é um cadeado.
    4- Verifique as limitações impostas antes de pagar. Coisas como as ressalvas ao uso do serviço com desconto (dia da semana, horário, validade etc.) devem ser informadas previamente
    5- Verifique a prática da empresa em caso de desistência da compra. Por lei, as compras efetuadas via internet podem ter o “direito de arrependimento”, que garante ao consumidor o prazo de sete dias para exigir o cancelamento do serviço e a devolução do dinheiro sem prestar nenhuma justificativa
    6- Toda empresa deve manter um canal de comunicação com o consumidor.

    No restaurante:
    1- Se o estabelecimento se recusar a receber o cupom, a empresa que intermediou a compra coletiva responderá pela recusa
    2- Cabe ao restaurante cumprir as condições prometidas. Caso isso não ocorra, pode-se denunciá-lo aos órgãos defesa do consumidor.
    3 – O valor do cupom (pago via internet) deve vir descrito na nota fiscal e ser abatido na hora do pagamento da conta. O voucher não tem valor fiscal

  • Sites de Leilão

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    Salve, salve… No dia 16/12/2010 o jornal da Globo lançou uma matéria muito interessante sobre sites de leilão. Os prós e contras do site vocês conferem na matéria do próprio jornal.

    No custo beneficio e baseado em estratégias realmente vale muito a pena, tanto para os donos do site quanto para o usuário e arrematador.

    Até a próxima!

  • VW e a “Fast Lane”

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    Cada vez mais empresas grandes estão aderindo a campanhas inusitada para divulgarem sua marca ou seu produto e a Volkswagen não poderia ficar de fora.

    No lançamento da novar versão do Polo GTI com motor 1,4-litro turbo de 180 cv e câmbio de dupla embreagem e sete marchas ela cria a campanha Fast Lane (pista rápida). Nela, um grupo de pessoas transformam pequenas coisas do dia a dia, como pegar um elevador ou descer uma escada, em momentos divertidos – e rápidos. Confira nos vídeos abaixo as divertidas intervenções da VW na Alemanha.

  • Copa 2014. Brasil, qual é a sua cara?

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    É difícil saber o que pode definir a cultura brasileira. Ainda mais quando é para mostrar nosso rosto ao mundo todo. Até o momento, a Copa 2014 não tem identidade visual e a Fifa nem mesmo escolheu o escritório de design que irá moldá-la. Já que Brasil é sinônimo de diferenças, a dúvida que fica é: como encontrar essa tal de identidade visual? Segundo o designer Alexandre Wollner, a resposta não é nada simples: “o importante mesmo é realizar um estudo profundo e extenso, embasado nas orientações da Fifa e na cultura brasileira”.

    Wollner é um dos precursores do design moderno brasileiro. Ele estudou na primeira turma do Instituto de Arte Contemporânea do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e criou logotipos de empresas como Itaú, Philco e Hering, ícones marcantes da cultura visual do país. Em entrevista realizada no estúdio do designer, no bairro do Butantã, em São Paulo, ele afirma logo de início que os brasileiros não podem mostrar ao mundo uma cultura que não seja a nossa. Wollner reprova, por exemplo, o uso de personagens já conhecidos para serem mascotes do Mundial. “Caricaturas não expressam significado nenhum do nosso país”, afirma. Para ele, a ideia de Maurício de Sousa de transformar o Pelezinho no símbolo da Copa “está fora”.

    Para Wollner(Foto Direita), o projeto de design para uma Copa do Mundo é bastante complexo e vai além de definir a identidade visual, o logotipo e o mascote. “O escritório de design escolhido vai ter que montar uma estrutura de comunicação muito objetiva. É preciso entender a linguagem de todos os países que vêm para cá. Não basta só saber desenhar, porque se o designer fizer coisas ‘muito artísticas’ as pessoas se perdem”, garante.

    O mascote ideal Para Wollner, Saci e Pelezinho estão fora   (crédito: German   Lorca)
    Wollner não imagina um mascote futurista para a segunda Copa em território brasileiro. Mas também não apela ao extremo oposto, e rejeita a adoção do folclórico Saci, outro pré-candidato a símbolo do Mundial. “Imagino que o mascote tenha que ser mais histórico. O Saci até seria um exemplo, mas eu não sei se todo mundo vai entender o que significa isso, pois vem de uma cultura muito local. O Brasil não é conhecido internacionalmente por seu folclore”, afirma.

    Como alternativa, Wollner sugere que a identidade visual da Copa poderia apresentar elementos da música brasileira, por exemplo, bastante conhecida fora do país. Mas insiste em que não devemos “entregar a taça” facilmente: para ele, o mascote deve ser fruto do trabalho racional de muitas pessoas e de intensa reflexão no país.

  • Viagra 11º aniversário

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    No seu 11º aniversario a Pfizer produtora do Viagra cria mais uma simples e direta forma de divulgação do seu produto, foram distribuídos algumas “línguas-de-sogra” para mostrar de forma bem descontraída e simples a função do produto.

    Esta não foi a primeira vez que a Pfizer inovou na divulgação do Viagra, no ano passado (2009) foi feito um vídeo também de uma forma simples e direta.


  • Burger King – Whopper Face

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    Palmas para a Ogilvy Brasil. A campanha do Whopper Face (vídeo acima) é perfeita, tanto em conceito quanto em aplicação. Interage com o público, fideliza, provoca um buzz e de quebra reforça o posicionamento da empresa – “Make It Your Way”. Perfeita!

  • Quantas árvores você ajudou a derrubar essa semana?

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    É definitivamente irritante a abordagem de panfletos como ainda é feita hoje. Algumas empresas acham que quanto mais panfletos, mais a marca/produto dele será visto.

    Uma abordagem criativa além de diminuir custos, pode também, potencializar a divulgação e sem contar como você ajuda o meio ambiente.

    Veja o ciclo de vida do panfleto:

    Árvores são derrubadas -> o homem obtém a matéria-prima -> são fabricados os panfletos -> vão para sua mão -> vão para o lixo (muitas vezes sem nem sequer ser lido). É assim que acontece.

    Com uma ação criativa e impactante a repercussão pode ser maior que apenas jogar o panfletinho na mão das pessoas.

    Essa forma criativa de abordagem com certeza surtiu mais efeito que a forma convencional de panfletagem.

    Até a próxima!

  • Diesel e seu conceito “Be Stupid”

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    Há certo tempo, a Diesel está usando o conceito Be stupid em suas campanhas. Com anúnios com fotos de mulheres mostrando os seios para a câmera de segurança das ruas, um cara jogando neve na cabeça e outras coisas sem-noção.

    Agora a marca levou o conceito para uma ação de guerrilha. Montou blocos de gelo na Suíça contendo uma calça jeans. Quem conseguisse tirá-la de lá, ficava com a peça. Você acha que não teve voluntários para a tarefa e ninguém iria querer uma “calça gelada”. Assista ao vídeo e mude de opinião.

    Como diz aquele velho ditado: “de graça até injeção na testa”. Além do mais conheço pessoas que fariam pior por uma calça dessas…

    Aquele  abraço!

  • Heineken no viral

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    A Heineken surpreende mais uma vez com seus virais. Desta vez criou uma espécie de “se vira nos 30″ onde todos os talentos foram apresentados usando como base uma garrafa ou copo de cerveja. Heineken é claro!

    A Heineken anda investindo muito em virais, é sem duvida um segmento cada vez mais usado.

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